Ontem foi aniversário da Phedra. Eu não havia me lembrado da data, embora, nos últimos dias, tenha trabalhado com ela diariamente. Especialmente ontem, quando coloquei o ponto final em um pequeno livro que escrevo sobre sua vida para a coleção “Vidas Sequestradas”, da editora Sexo das Palavras, organizada por César Braga-Pinto, professor de literatura da Northwestern University. Uma coleção bonita e necessária, da qual tenho o privilégio de participar. Os sete títulos iniciais serão lançados na Festa Literária Internacional de Paraty, como parte da programação da Casa Queer.
Feliz aniversário, Phedrita. Que este pequeno livro venha ao mundo com a mesma intensidade com que você atravessava a vida. É bonito poder te acompanhar nesse processo de permanência. Ou talvez de imortalização.
Viva a sua vida, que foi tão linda!
