Veja como foi o lançamento do livro “Teatro de grupo em tempos de ressignificação”

Na última quarta-feira (4), aconteceu na unidade Roosevelt da SP Escola de Teatro o lançamento do livro “Teatro de grupo em tempos de ressignificação: criações coletivas, sentidos e manifestações cênicas no estado de São Paulo”, edição histórica de quase 900 páginas, fruto de três anos de pesquisa, que reúne 335 grupos teatrais do Interior e Litoral do estado.

O livro saiu pelo Selo Lucias, projeto editorial da SP Escola de Teatro e da ADAAP (Associação dos Artistas Amigos da Praça), associação idealizadora e gestora da Escola. Ivam Cabral, diretor executivo da Escola, Marcio Aquiles, Elen Londero e Alexandre Mate foram os grandes responsáveis por organizarem o volume, que contou com dezenas de colaboradores e apoiadores.

A edição teve o apoio crucial da secretaria da cultura, economia e indústria criativas do estado de São Paulo, da secretaria municipal de cultura e do Itaú Cultural.

Esse foi o segundo volume publicado pelo Selo Lucias sobre a produção teatral paulista. Anteriormente, o selo havia publicado o livro “Teatro de grupo”, registro histórico com textos de 194 coletivos da Grande São Paulo, que recebeu o Prêmio Especial APCA 2021.

A noite, com música, coquetel e muita festa, começou às 18h30 e só acabou às 22h, com centenas de convidados e 300 livros distribuídos gratuitamente aos presentes.

Após a recepção do público, Miguel Arcanjo Prado, jornalista, criador do Blog do Arcanjo e coordenador de Extensão Cultural e Projetos Especiais da Escola, deu as boas-vindas aos convidados e chamou para o palco Ivam Cabral, Elen Londero, Marcio Aquiles, Alexandre Mate, Galiana Brasil, Xexéu Tripoli e Marilia Marton.

Ivam Cabral, aos convidados e aos representantes dos diversos grupos teatrais de cidades do interior e do litoral, disse: “A SP Escola de Teatro é um espaço democrático e livre. Somos muita gente e podemos fazer muitas coisas juntos”.

O pesquisador e professor Alexandre Mate, um dos organizadores do livro, ressaltou a importância da documentação dos coletivos, agora materializados na história, e disse estar ansioso para a próxima empreitada após o livro sobre os grupos da capital, em 2020, e este, sobre Interior e Litoral: “Vamos mapear, agora, os grupos das capitais de todo o País”, revelou.

Já o vereador Xexéu Tripoli ressaltou a importância do livro para futuros pesquisadores e destacou o apoio da secretaria municipal da cultura ao livro: “Muito feliz de ter sido chamado para ajudar nesse projeto tão impactante”.

Galiana Brasil, responsável pelo setor de teatro, literatura e música do Itaú Cultural, disse: “Este livro é carne, território, polifonia. Mostra a labuta de tantos grupos, que tantos nos ensinam. O livro traz memória, legado, fruição, valores todos muito importantes para o Itaú Cultural. Eu me sinto honrada de ter feito parte desse processo”.

Já Marilia Marton, secretária da cultura, economia e indústria criativas do estado de São Paulo, que escreveu prefácio para o livro destacando a importância desses grupos para a cultura e a economia criativa de todo o estado, falou aos presentes.

“A cultura não é feita em um único dia. Os grupos que estão aqui não surgiram em um dia. A SP Escola de Teatro existe há quase quinze anos. Quando a gente anda pelo interior, pergunto às pessoas onde elas começaram suas carreiras artísticas e elas falam ‘Eu comecei na SP Escola de Teatro’. Isso é muito importante para nós, mostra a continuidade de um trabalho de anos. Garanto que, na minha gestão, deixarei a cultura muito melhor do que recebi”, disse.

Veja como foi a festa:

 

Fonte: SP Escola de Teatro

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