SELO DE QUALIDADE “O TEATRO ME REPRESENTA” 2023

O final do ano civil de 2023 vem se aproximando, e o cultural também, e, com ele, fecham-se as cortinas de mais um ano teatral, com muitos ganhos e perdas, e as tão aguardadas listas de “os melhores do ano”, com as quais nem sempre concordamos; ou as “aceitamos”… em parte.

A pandemia de COVID-19 terminou, embora ainda convivamos com o seu “bichinho”, porém deixou muitas sequelas e, “para compensar”, alguns poucos pontos positivos. Com relação ao TEATRO, faz-se necessário o registro de que, depois de tanto tempo de inatividade, por conta dos graves riscos de contaminação, os artistas, em todos os segmentos, voltaram com carga total, com os botões da criatividade e da produção apertados 24 horas por dia, todos ávidos por apresentar sua ARTE “reprimida”.

Esse é o grande destaque positivo, no universo teatral, advindo da pandemia, também presente em 2022. Por outro lado, infelizmente, não há espaços para tantas pautas e, em consequência disso, as temporadas – se é que assim podemos chamá-las – tornaram-se cada vez mais curtas, sendo esta, a meu juízo, a pior herança deixada aos artistas de TEATRO, pela COVID, além, evidentemente, da quantidade de gente, desse maravilhoso e especialíssimo “povo do TEATRO”, que morreu, em consequência daquele grande flagelo.

É de se lamentar muito que uma ficha técnica inteira trabalhe e ensaie durante dois, três meses, ou mais, para realizar um mês de apresentações – um “luxo”, quando chega a um mês -, variando de 8 a 16 sessões. ISSO É INADMISSÍVEL!!!

Por conta de tão poucos prêmios de TEATRO, no Rio de Janeiro e em São Paulo, este blogue criou, no ano passado, um “SELO DE QUALIDADE”, para registrar e homenagear todos os artistas que contribuíram para que o meu ano, e o de todos os amantes do TEATRO, fosse mais leve e agradável.

Ninguém aqui é “o melhor”. Não se trata de apontar um dos citados como melhor do que os outros. Todos merecem o “SELO”, em igualdade de condições, por seus trabalhos.

Como vou a São Paulo, algumas vezes por ano, para assistir a espetáculos por lá, principalmente os que não vêm para o Rio de Janeiro, incluo, neste modesto e despretensioso “SELO”, as produções que tive o prazer de conhecer por lá, em quatro estadas por lá.

Também incluí, este ano, os espetáculos a que assisti durante o “31º Festival de Curitiba”, o qual acompanhei do primeiro ao último dia de sua realização.

Antes de tornar públicas as minhas preferências, quero prestar uma justíssima homenagem a uma das pessoas mais importantes, das tantas que servem, e serviram, ao TEATRO BRASILEIRO.

Infelizmente, no dia 29 de outubro, perdemos o queridíssimo amigo DANILO SANTOS DE MIRANDA, um carioca que, por mais de 50 anos, trabalhando no SESC, dedicou sua vida às artes e, principalmente, ao TEATRO.

Em 1968, o sociólogo, filósofo e AMIGOS DOS ARTISTAS ingressou no Serviço Social do Comércio (SESC Paulista) e, desde 1984, esteve à frente da sua diretoria regional.

Durante o período de sua administração, DANILO , além de ter fomentado grandes projetos teatrais, abriu diversas unidades do SESC em todo o estado, elevando o Serviço a uma das principais instituições culturais no Brasil.

Este “SELO” é dedicado à memória do DANILO.

As nomeações estão apresentadas por mês e espetáculo.

Observação nº1: Em alguns espetáculos, além dos destaques para alguns atortes e atrizes, aparece a rubrica ELENCO, significando também um destaque para “o todo”.

Observação nº 2: Um “destaque geral” vai para todos os corajosos produtores e patrocinadores e fomentadores, além de – não poderia deixar de mencionar – todos os produtores executivos, que organizam tudo e garantem a realização das sessões.

JANEIRO:

1) “JULIUS CAESAR – VIDAS PARALELAS”: ESPETÁCULO; Ator (Cesar Augusto, Gilberto Gawronski e Isio Ghelman); Atriz (Suzana Nascimento); ELENCO; Texto/Dramaturgia (Gustavo Gasparani); Direção (Gustavo Gasparani); Figurino (Marcelo Olinto).

2) “O MÉTODO GRÖNHOLM”: ELENCO.

3) “BAIXA TERAPIA”: Atriz (Ilana Kaplan).

4) “A HORA DO BOI”: MONÓLOGO; Ator em Monólogo (Vandré Silveira); Iluminação (Renato Machado e Anderson Ratto).

5) “COMO POSSO NÃO SER MONTGOMERY CLIFT?”: ESPETÁCULO; Ator em Monólogo (Gustavo Gasparani); Direção (Fernando Philbert); Cenografia (Natália Lana).

 

FEVEREIRO:

1) “ANASTASIA”: ESPETÁCULO MUSICAL (São Paulo) Ator em Musical (Rodrigo Garcia); Atriz em Musical (Giovanna Rangel); Ator Coadjuvante (Bruno Sigrist); Atriz Coadjuvante (Edna D’Oliveira); ELENCO; Cenografia (Alexander Dodge, Denise Holklands Bethee); Figurino (Linda Cho).

2) “A AFORISTA”: MONÓLOGO; Texto/Dramaturgia (Marcos Damaceno); Atriz em Monólogo (Rosana Stavis); Figurino (Karen Brustollin); Iluminação (Beto Bruel).

3) “O DILEMA DO MÉDICO” (São Paulo): ELENCO; Figurino (Marichilene Artisecskis); Iluminação (Wagner Antônio).

4) “UBU REI” (São Paulo): ESPETÁCULO MUSICAL; Direção (Gabriel Villela); ELENCO; Cenografia (Gabriel Villela); Figurino (Gabriel Vilella); Trilha Sonora/Direção Musical (Babaya Morais, Everton Gennari); Visagismo (Claudinei Hidalgo); Categoria Especial (*1).

4) “ALÉM DO AR – UM MUSICAL INSPIRADO EM SANTOS DUMONT” (São Paulo): ESPETÁCULO MUSICAL; Ator em Musical (Cassio Scapin, Mateus Ribeiro); Cenografia (Chris Aizner, Nilton Aizner); Figurino (Fábio Namatame); Coreografia/Direção de Movimento (Keila Fuke); Trilha Sonora/Direção Musical (Thiago Gimenez); Visagismo (Claudinei Hidalgo).

5) “UMA LEITURA DOS BÚZIOS” (São Paulo): ESPETÁCULO; Texto/Dramaturgia (Mônica Santana); Direção (Marcio Meirelles); ELENCO; Trilha Sonora/Direção Musical (João Milet Meirelles).

 

MARÇO:

1) “LOS HERMANOS – MUSICAL PRÉ-FABRICADO”: ESPETÁCULO MUSICAL; Direção (Michel Melamed); Ator em Musical (Matheus Macena); Atriz em Musical (Yasmin Gomlevsky); ELENCO; Iluminação (Adriana Ortiz); Trilha Sonora/Direção Musical (Felipe Pacheco Ventura, Pedro Coelho).

2) “UBU – O QUE É BOM TEM QUE CONTINUAR!”: ELENCO.

3) “PRAZER HAMLET”: MONÓLOGO; Texto/Dramaturgia (Ciro Barcelos); Direção (Ciro Barcelos); Ator em Monólogo (Rodrigo Simas); Cenografia (Claudio Tovar, Ciro Barcelos); Figurino (Claudio Tovar); Trilha Sonora/Direção Musical (André Perine); Visagismo (Ciro Barcelos.).

4) “AS PESSOAS”: MONÓLOGO; Texto/Dramaturgia (Márcia Santos); Atriz em Monólogo (Márcia Santos); Cenografia (Daniel Leão).

 

ABRIL:

1) “MACACOS”: MONÓLOGO; Ator em Monólogo (Clayton Nascimento).

2) “BONNIE & CLYDE” (São Paulo): ESPETÁCULO MUSICAL; Direção (João Fonseca); Ator em Espetáculo Musical (Beto Sargentelli); Ator Coadjuvante (Claudio Lins); Atriz em Musical (Eline Porto); Atriz Coadjuvante (Adriana Del Claro); ELENCO; Figurino (João Pimenta); Iluminação (Paulo Cesar Medeiros); Coreografia/Direção de Movimento (Keila Bueno); Trilha Sonora/Direção Musical (Thiago Gimenes).

3) “O ALIENISTA – O MUSICAL”: ESPETÁCULO MUSICAL; Texto/Dramaturgia (Alexandre Amorim); Direção (Rubens Lima Jr,); Ator em Espetáculo Musical (Miguel Conti); ELENCO; Coreografia/Direção de Movimento (Shantala Cavalcanti)); Trilha Sonora/Direção Musical (Gabriel Gravina, Guilherme Ashton, Guilherme de Menezes, Matheus Boechat, Guilherme Borges).

4) “BRENDA LEE E O PALÁCIO DAS PRINCESAS” (“31º FESTIVAL DE CURITIBA”): ESPETÁCULO MUSICAL; ELENCO; Trilha Sonora/Direção Musical (Rafa Miranda).

5) “VIRA-LATA” (“31º FESTIVAL DE CURITIBA”): ESPETÁCULO INFANTOJUVENIL; Direção (Ana Rosa Genari Tezza); Atriz em Infantojuvenil (Helena Tezza); Categoria Especial (*2).
6) “CÃO VADIO”: ESPETÁCULO; Direção (Ana Rosa Genari Tezza); ELENCO.

7) “SQUARE / PRAÇA” (“31º FESTIVAL DE CURITIBA”): ELENCO; Categoria Especial (*3).

8) “KARAÍBA: UM MUSICAL ORIGINÁRIO” (“31º FESTIVAL DE CURITIBA”): ESPETÁCULO; ELENCO; Visagismo (Luísa Kwarahy).

 

MAIO:

1) “KAFKA E A BONECA” (São Paulo): ESPETÁCULO INFANTOJUVENIL; Ator em Infantojuvenil (Marcos Lanza); Ator Coadjuvante (Marcel Octavio); Atriz Coajuvante (Renata Vilela); ELENCO; Cenografia (Marcos Lima); Figurino (Kleber Montanheiro); Trilha Sonora/Direção Musical (Daniel Rocha).

2) “A HERANÇA”(São Paulo): ESPETÁCULO; Texto/Dramaturgia (Matthew Lopez, Zé Henrique de Paula); Direção (Zé Henrique de Paula); Ator (Bruno Fagundes, Rafael Primot, André Torquato, Marco Antônio Pâmio); Atriz (Miriam Mehler); ELENCO.

3) “SE ESSA LUA FOSSE MINHA”: ESPETÁCULO MUSICAL; Texto/Dramaturgia (Vitor Rocha); Direção (Victoria Ariante); Ator em Musical (Arthur Berges, Thiago Marinho); Atriz em Musical (Luci Salutes, Marisol Marcondes); ELENCO; Coreografia/Direção de Movimento (Alberto Venceslau); Trilha Sonora/Direção Musical (Elton Towersey, Thiago Venturi).

4) “CÁRCERE OU PORQUE AS MULHERES VIRAM BÚFALOS” (“31º FESTIVAL DE CURITIBA”): ESPETÁCULO; Direção (Miguel Rocha); ELENCO; Cenografia (Eliseu Weide); Figurino (Samara Costa); Iluminação (Miguel Rocha, Toninho Rodrigues); Coreografia/Direção de Movimento (Érika Moura); Trilha Sonora/Direção Musical (Renato Navarro).

5) “GASLIGHT: UMA RELAÇÃO TÓXICA” (“31º FESTIVAL DE CURITIBA”): ESPETÁCULO; Direção (Jô Soares, Maurício Guilherme); ELENCO; Cenografia (Marco Lima); Figurino (Karen Brusttolin).

6) “A EXCEÇÃO E A REGRA”: ESPETÁCULO; Direção (Luiz Fernando Lobo); ELENCO; Cenografia (J. C. Serroni); Figurino (Beth Filipecki, Renaldo Machado); Iluminação (Cesar de Ramires).

7) “ONCE – O MUSICAL” (São Paulo): ESPETÁCULO MUSICAL; Direção (Zé Henrique de Paula); Atriz em Musical (Bruna Guerin); ELENCO; Cenografia (Zé Henrique de Paula, Cesar Costa); Figurino (Theo Cochrane); Iluminação (Fran Barros, Tulio Pezzoni); Coreografia/Direção de Movimento (Gabriel Malo); Trilha Sonora/Direção Musical (Fernanda Maia); Revelação (Lucas Lima).

8) “O BEM AMADO MUSICADO” (“31º FESTIVAL DE CURITIBA”): ESPETÁCULO MUSICAL; Direção (Ricardo Grasson); Ator em Musical (Cassio Scapin); Ator Coadjuvante (Marco França); ELENCO; Trilha Sonora/Direção Musical (Zeca Baleiro, Marco França).

9) “O QUE MEU CORPO NU TE CONTA?” (“31º FESTIVAL DE CURITIBA”): ELENCO; Categoria Especial (*4).

 

JUNHO:

1) “O MÁGICO DI Ó”: ESPETÁCULO INFANTOJUVENIL; Elenco; Trilha Sonora/Direção Musical (Marco França).

2) “UM TAL GUIMARÃES”: MONÓLOGO; Texto/Dramaturgia (Luiz Antonio Ribeiro); Direção (Renan Monteiro); Ator em Monólogo (Vitor Peres); Cenografia (Gustavo Fernandes); Figurino (Gustavo Fernandes); Iluminação (Thiago D’Avila).

3) “WICKED”: ESPETÁCULO MUSICAL (São Paulo); Direção (John Stefaniuk, Floriano Nogueira); Ator em Espetáculo Musical (Tiago Barbosa, Marcelo Médici); Atriz em Musical (Fabi Bang, Myra Ruiz); Elenco; Cenografia (Morgan Large); Figurino (Morgan Large); Iluminação (Ben Cracknell, Bethany Gupwell, Daniel Street); Coreografia/Direção de Movimento (Floriano Nogueira, Anelita Gallo, Andrew Riley); Trilha Sonora/Direção Musical (Vânia Pajares); Visagismo (Joe Dulude II, Feliciano San Roman).

4) “SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO” (“31º FESTIVAL DE CURITIBA”): ESPETÁCULO; Elenco; Figurino (Karen Brusttolin).

5) “DE PERTO, NINGUÉM É NORMAL” (São Paulo): ESPETÁCULO; Texto/Dramaturgia (Gustavo Paso); Direção (Gustavo Paso); Elenco; Cenografia (Gustavo Paso); Figurino (Graziela Bastos); Iluminação (Nicolas Caratori).

6) “BOB ESPONJA, O MUSICAL”: ESPETÁCULO MUSICAL; Direção (Gustavo Barchilon); Ator em Espetáculo Musical (Mateus Ribeiro); Ator Coadjuvante (Davi Sá, Tauã Delmiro, Ruben Gabira); Atriz Coadjuvante (Analu Pimenta, Luísa Vianna, Suzana Santana, Cristiana Pompeu); Elenco; Cenografia (Natália Lana); Figurino (Fábio Namatame); Iluminação (Maneco Quinderé); Coreografia/Direção de Movimento (Alonso Barros); Trilha Sonora/Direção Musical (Laura Visconti); Visagismo (Feliciano San Roman); Categoria Especial (*5).

 

JULHO:

1) “ELEFANTE”: ESPETÁCULO INFANTOJUVENIL; Ator em Infantojuvenil (Flávio Souza); Cenografia (Flávio Souza); Figurino (Flávio Souza); Iluminação (Djalma Amaral).

2) “JONATHAN”: MONÓLOGO; Texto/Dramaturgia (Rafael Souza-Ribeiro); Ator em Monólogo (Rafael Souza-Ribeiro).

3) “SELVAGEM”: MONÓLOGO; Direção (Debora Lamm); Ator em Monólogo (Felipe Haiut); Cenografia (Breno BI, Guilherme Larrosa); Iluminação (Felipe Lourenço).

4) “AZUL”: ESPETÁCULO INFANTOJUVENIL; Texto/Dramaturgia (Andrea Batitucci, Gustavo Bicalho); Direção (Gustavo Bicalho, Henrique Gonçalves); ELENCO; Figurino (Fernanda Sabino, Henrique Gonçalves); Trilha Sonora/Direção Musical (Gustavo Bicalho).

5) “A CERIMÔNIA DO ADEUS”: ESPETÁCULO; Texto/Dramaturgia (Mauro Rasi); Direção (Ulysses Cruz); Ator (Lucas Lentini); Atriz (Malu Galli); Ator Coadjuvante (Eucir de Souza); Atriz Coadjuvante (Beth Goulart); ELENCO; Cenografia (Ulysses Cruz); Figurino (Ulysses Cruz); Iluminação (Nicolas Caratori); Trilha Sonora/Direção Musical (André Abujamra).

6) “KAFKA E A BONECA VIAJANTE”: ESPETÁCULO MUSICAL; Direção (João Fonseca); ELENCO; Figurino (João Pimenta); Coreografia/Direção de Movimento (Marcia Rubin); Trilha Sonora/Direção Musical (Tony Lucchesi).

7) “GARGALHADA SELVAGEM!”: ESPETÁCULO; Texto/Dramaturgia (Chistopher Durang, Bárbara Duvivier, Guilherme Webber); Direção (Guilherme Webber); Ator (Rodrigo Fagundes, Joel Vieira); Atriz (Alexandra Richter).

 

AGOSTO:

1) “FURACÃO”: ESPETÁCULO; Texto/Dramaturgia (Ana Teixeira, Stephane Brodt); Direção (Ana Teixeira, Stephane Brodt); Atriz (Sirlea Aleixo); Iluminação (Renato Machado); Trilha Sonora/Direção Musical (Stephane Brodt).

2) “HELENA BLAVATSKY, A VOZ DO SILÊNCIO”: MONÓLOGO; Texto/Dramaturgia (Lúcia Helena Galvão); Direção (Luiz Antônio Rocha); Atriz em Monólogo (Beth Zalcman); Figurino (Eduardo Albini); Iluminação (Ricardo Fujii).

3) “AS BRUXAS DE SALÉM” (São Paulo): ESPETÁCULO; Direção (Rodolfo García Vásquez); ELENCO; Figurino (Eliza Barboza, Márcia Dailyn); Iluminação (Flávio Duarte); Categoria Especial (*6).

4) “BÁRBARA”: MONÓLOGO; Atriz em Monólogo (Marisa Orth); Cenografia (Ana Turra); Trilha Sonora/Direção Musical (André Abujamra).

5) “KISS ME, KATE – O BEIJO DA MEGERA” (São Paulo): ESPETÁCULO MUSICAL; Direção (Charles Möeller); Ator em Espetáculo Musical (Miguel Falabella); Ator Coadjuvante (Guilherme Logullo, Edgar Bustamante); Atriz em Musical (Alessandra Verney); Atriz Coadjuvante (Bruna Guerin, Fafy Siqueira); ELENCO; Cenografia (Marco Lima); Figurino (Karen Brusttolin); Iluminação (Cesar Pivetti); Coreografia/Direção de Movimento (Alonso Barros); Trilha Sonora/Direção Musical (Marcelo Castro); Visagismo (Dicko Lorenzo).

5) “ALGUMA COISA PODRE” (São Pulo): ESPETÁCULO MUSICAL; Direção (Gustavo Barchilon); Ator em Musical (Marcos Veras, Leo Bahia); Ator Coadjuvante (George Sauma, Wendell Bendelack); Atriz em Musical (Laila Garin); Atriz Coadjuvante (Bel Lima); ELENCO; Cenografia (Duda Arruk); Figurino (Fábio Namatame); Iluminação (Maneco Quinderé); Coreografia/Direção de Movimento (Alonso Barros); Trilha Sonora/Direção Musical (Thiago Gimenes); Visagismo (Feliciano San Roman).

6) “SENHORA KLEIN”: Direção (Vitor Garcia Peralta); Atriz (Ana Beatriz Nogueira); Atriz Coadjuvante (Natália Lage, Kika Kalache).

 

SETEMBRO:

1) “PORMENOR DE AUSÊNCIA”: MONÓLOGO; Texto/Dramaturgia (Lívia Baião); Direção (Ernesto Piccolo); Ator em Monólogo (Giuseppe Oristânio).

2) “BRÁS CUBAS”: ESPETÁCULO; Texto/Dramaturgia (Mauricio Arruda Mendonça); Direção (Paulo de Moraes); ELENCO; Cenografia (Carla Berri, Paulo de Moraes); Figurino (Carol Lobato); Iluminação (Maneco Quinderé); Trilha Sonora/Direção Musical (Ricco Viana).

3) “O JOVEM FRANKENSTEIN”: ESPETÁCULO MUSICAL; Direção (Charles Möeller); Ator Coadjuvante (Fernando Caruso, Claudio Galvan, Hamilton Dias); Atriz em Musical (Dani Calabresa, Malu Rodrigues); Atriz Coadjuvante (Totia Meireles); ELENCO; Cenografia (Charles Möeller); Figurino (João Pimenta); Iluminação (Paulo Cesar Medeiros); Coreografia/Direção de Movimento (Roberta Serrado, Joane Mota); Trilha Sonora/Direção Musical (Marcelo Castro); Visagismo (Beto França, Feliciano San Roman).

4) “NOEL ROSA: COISA NOSSA”: Direção (Cacá Mourthé); Ator em Musical (Fábio Enriquez); Elenco; Trilha Sonora/Direção Musical (Alfredo Del-Penho); Revelação (Matheus Pessanha).

5) “OUTRA REVOLUÇÃO DOS BICHOS”: MONÓLOGO; Texto/Dramaturgia (Daniela Pereira de Carvalho); Direção (Bruce Gomlevsky); Ator em Monólogo (Gustavo Damasceno); Iluminação (Elisa Tandeta); Coreografia/Direção de Movimento (Gustavo Damasceno, Bruce Gomlevsky).

6) “DIÁRIO DE UM LOUCO”: MONÓLOGO; Direção (Bruce Gomlevsky); Ator em Monólogo (Milhem Cortaz); Iluminação (Elisa Tandeta).

 

OUTUBRO:

1) “À SOMBRA DO PAI”: MONÓLOGO; Texto/Dramaturgia (Pedro Cardoso); Ator em Monólogo (Pedro Cardoso); Figurino (Giovanna Moretto).

2) “DIÁRIO DE PILAR NA AMAZÔNIA”: ESPETÁCULO INFANTOJUVENIL; ELENCO; Cenografia (Natália Lana); Figurino (Luciana Buarque).

3) “A FABULOSA FÁBRICA DE MÚSICA – O MUSICAL”: ESPETÁCULO INFANTOJUVENIL; Direção (Roberto Bomtempo); Ator em Infantojuvenil (Du Herrera, Rodrigo Fernando); Ator Coadjuvante (Rômulo Weber); Atriz em Infantojuvenil (Carol Donato, Vitória Rodrigues); Atriz Coadjuvante (Franciane Melo); Cenografia (Glauco Bernardi); Figurino (Bruno Oliveira); Iluminação (Rogerio Wiltgen); Trilha Sonora/Direção Musical (Roger Henri); Visagismo (Dicko Lorenzo).

4) “VESTIDO DE NOIVA”: ESPETÁCULO; Direção (Ione de Medeiros); ELENCO; Cenografia (Ione de Medeiros); Iluminação (Bruno Cerezoli); Coreografia/Direção de Movimento (Jonnatha Horta Fortes); Trilha Sonora/Direção Musical (Francisco Cesar, Ione de Medeiros).

5) “QUANDO O DISCURSO AUTORIZA A BARBÁRIE” (São Paulo): ESPETÁCULO; Texto/Dramaturgia (Alexandre Mate); Direção (Miguel Rocha); ELENCO; Cenografia (Eliseu Weidi); Iluminação (Guilherme Bonfanti); Categoria Especial (*7).

6) “VOZ DE VÓ” (São Paulo): ESPETÁCULO INFANTOJUVENIL; Direção (Sara Antunes); Atriz em Infantojuvenil (Clarisse Derziê Luz); ELENCO; Cenografia (Analu Prestes); Figurino (Analu Prestes).

7) “O PROFETA”: MONÓLOGO; Texto/Dramaturgia (Lúcia Helena Galvão); Direção (Luiz Antônio Rocha); Ator em Monólogo (Sami Bordokan); Figurino (Eduardo Albini); Iluminação (Ricardo Fujii); Trilha Sonora/Direção Musical (Sami Bordokan, William Bordokan).

8) “UMA LINDA MULHER – O MUSICAL” (São Paulo): ESPETÁCULO MUSICAL; Direção (Fred Hanson); Ator em Espetáculo Musical (Jarbas Homem de Mello); Ator Coadjuvante (Cesar Mello, Sérgio Rufino, Arthur Berges, Bruno Sigrist) ; Atriz em Musical (Tahis Piza); Atriz Coadjuvante (Andrezza Massei, Moira Osório); Elenco; Cenografia (Adam Koch); Figurino (Fábio Namatame); Coreografia/Direção de Movimento (Kátia Barros); Trilha Sonora/Direção Musical (Jorge de Godoy); Visagismo (Carlos Pompeio, Feliciano San Roman).

9) “IRON” – O HOMEM DA MÁSCARA DE FERRO” (São Paulo): ESPETÁCULO MUSICAL; Direção (Ulysses Cruz); Ator em Espetáculo Musical (Tiago Barbosa); Ator Coadjuvante (Saulo Vasconcelos, Daniel Haidar); Atriz Coadjuvante (Letícia Soares); Elenco; Figurino (Carlos Pazetto); Iluminação (Caetano Vilella); Coreografia/Direção de Movimento (Bárbara Guerra).

10) “FUNNY GIRL – A GAROTA GENIAL” (São Paulo): ESPETÁCULO MUSICAL; Direção (Gustavo Barchilon); Ator em Espetáculo Musical (Eriberto Leão); Ator Coadjuvante (André Luiz Odin, ); Atriz em Musical (Giulia Nadruz, Vânia Canto); Atriz Coadjuvante (Stella Miranda, Alessandra Vertamatti, Nábia Villela); ELENCO; Cenografia (Natália Lana); Figurino (Fábio Namatame); Iluminação (Maneco Quinderé); Coreografia/Direção de Movimento (Alonso Barros); Trilha Sonora/Direção Musical (Carlos Bauzys); Categoria Especial (*8)

11) “PAPA HIGHIRTE” (São Paulo): ESPETÁCULO; Texto/Dramaturgia (Oduvaldo Vianna Filho); Direção (Eduardo Tolentino de Araújo); Ator (Zécarlos Machado); ELENCO; Iluminação (Wagner Pinto).

 

NOVEMBRO:

1) “SÓ VENDO COMO DÓI SER MULHER DO TOLSTÓI”: MONÓLOGO; Texto/Dramaturgia (Ivan Jaf); Direção (Johayne Hildefonso); Atriz em Monólogo (Rose Abdallah); Cenografia (Giovanni Targa, Alessandra Miranda, Miguel Sasse, Ricardo Ferreira); Figurino (Giovanni Targa, Alessandra Miranda, Miguel Sasse, Ricardo Ferreira); Iluminação (Evelyn Silva).

2) “ELIS, A MUSICAL – 10 ANOS DEPOIS”: ESPETÁCULO MUSICAL; Texto/Dramaturgia (Nelson Motta, Patrícia Andrade); Direção (Dennis Carvalho); Atriz em Musical (Laila Garin); Atriz Coadjuvante (Aurora Dias); Ator Coadjuvante (Claudio Lins, Leandro Melo); ELENCO; Cenografia (Marieta Spada); Figurino (Marilia Carneiro); Iluminação (Feliciano Mafra); Coreografia/Direção de Movimento (Alonso Barros); Trilha Sonora/Direção Musical (Claudia Elizeu); Visagismo (Beto Carramanhos); Categoria Especial (*9).

3) “META”: Texto/Dramaturgia (Daniel Toledo, André Senna); Direção (Debora Lamm); Elenco; Cenografia (Mina Quental); Iluminação (Ana Luzia de Simoni).

4) “TEMPESTADE”: ESPETÁCULO; Texto/Dramaturgia (Aluizio Abranches, Fernando São Thiago); Direção (Aluizio Abranches); Ator Coadjuvante (Augusto Trainotti); Atriz (Julia Lemmertz); Cenografia (Ronald Teixeira); Figurino (Ronald Teixeira); Iluminação (Ana Luzia de Simoni); Trilha Sonora/Direção Musical (André Abujamra).

5) “TEMPEROS DE FRIDA”: MONÓLOGO; Texto/Dramaturgia (Rosana Reátegui); Atriz em Monólogo (Rosana Reátegui); Cenografia (Daniele Geammal, Renato Marques, Francisco Leite); Figurino (Francisco Leite).

6) “GUASU”: ELENCO; Figurino (Fernanda Garcia, Priscila Pires); Iluminação (Anderson Ratto).

7) “INQUIETO CORAÇÃO”: Ator em Monólogo (Eduardo Rieche); Cenografia (Doris Rollemberg); Figurino (Mauro Leite); Iluminação (Renato Machado).

 

DEZEMBRO:

1) “ATLÂNTIDA – UMA COMÉDIA MUSICAL”: ELENCO; Figurino (Ney Madeira); Trilha Sonora/Direção Musical (Alfredo Del-Penho).

2) “CABARÉ CORAGEM”: ESPETÁCULO; Direção (Júlio Maciel); ELENCO; Cenografia (Márcio Medina); Figurino (Márcio Medina); Trilha Sonora/Direção Musical (Luiz Rocha); Visagismo (Gabriela Dominguez); Categoria Especial (*10)

 

 

Categoria Especial (*1) – “UBU REI” (São Paulo): Esta nomeação é direcionada ao Grupo “Os Geraldos”, de Campinas, fundado há 15 anos, desenvolvendo três frentes de pesquisa e atuação na área artística, em especial o TEATRO: criação, com a montagem e circulação de espetáculos; formação, com o oferecimento de cursos, oficinas e projetos de iniciação profissional; e territórios culturais, com a gestão de espaços que, para além das atividades de criação e produção do Grupo, tornam-se locais de promoção de cultura, formação de público e articulação com artistas e sociedade.

Conheci o trabalho deles durante a pandemia, em encenações apresentadas “on-line”, “Cordel do Amor sem Fim ou ” Flor do Chico” e “Ubu Rei”, sendo que a este espetáculo assisti, depois, presencialmente, em São Paulo. Paixão à primeira vista! Torço muito para que venham ao Rio de Janeiro.

 

Categoria Especial (*2) – “VIRA-LATA” (31º Festival de Curitiba”): Espetáculo produzido pelo “Ave Lola Espaço de Criação”, para o qual vai este destaque. O “Ave Lola” está localizado numa casa, na rua Marechal Deodoro, no Centro de Curitiba. São vinte pessoas trabalhando para movimentar o TEATRO independente na capital paranaense, com peças para adolescentes e adultos. Os ingressos são vendidos na modalidade “pague quanto vale”.

Do lado de dentro da casa, há uma aconchegante sala de TEATRO e um bistrô. As peças têm relação com o que é servido na cozinha, que sempre tem vinho e beliscos, a preços democráticos, “para que as pessoas fiquem mais tempo no lugar”.

A convite de Ana Rosa Genari Tezza, fui conhecer o “Espaço”, numa manhã de domingo, quando eu estava participando do “31º Festival de Curitiba”, e fiquei extremamente feliz e encantado com tudo o que vi lá e com o carinho como fui recebido.

 

Categoria Especial (*3) – “SQUARE / PRAÇA” (31º Festival de Curitiba”): Este projeto marcou a sua estreia mundial, no “31º Festival Curitiba”, da Companhia de TEATRO holandesa “Wunderbaum”, com apresentações na Praça Santos Andrade, com o acréscimo de diversos atores brasileiros.

O espetáculo tomou todo o espaço da Praça, misturando elenco com os transeuntes.

Além dos aplausos à Companhia “Wunderbaum”, outros, especiais, à equipe de produção brasileira, representada por Monique Vaillé e Pedro Uchoa, responsáveis por arregimentar artistas e transeuntes brasileiros, para o trabalho, e fazer o “link” entre holandeses e brasileiros.

 

Categoria Especial (*4) – “O QUE MEU CORPO NU TE CONTA?” (31º Festival de Curitiba”): O destaque, motivado pela realização deste trabalho, no “31º Festival de Curitiba”, vai para Marcelo Varzea e seu “Coletivo Impermanente”, surgido do desejo de um trabalho compartilhado e continuado de artistas, de diversas regiões do Brasil, confinados em suas casas, durante a pandemia do coronavírus, em 2020.

Inicialmente, os artistas ingressaram numa investigação sobre autoficção e TEATRO narrativo, orientada pelo ator, diretor e dramaturgo Marcelo Varzea, que culminou no experimento virtual “(In)Confessáveis”, com três temporadas “on-line” e ao vivo, entre 2020 e 2021, das quais eu, talvez, tenha sido o espectador mais frequente.

Durante o processo de investigação e construção das cenas e da dramaturgia dessas narrativas íntimas, o diretor se atentou ao fato de que a maioria das histórias contadas por artistas de diversos estados brasileiros passava pela experiência de cicatrizes físicas e metafóricas.

O elenco, composto por 20 atores, completamente nus, se reveza, de 12 em 12 atuantes, a cada apresentação. No espaço cênico, há 12 quadrados de 2x2m, delimitando onde cada um deles ficará, formando um tabuleiro. O público escolhe em qual nicho assistirá a cada rodada de quatro minutos, passeando pelo tabuleiro, todas as vezes que o sinal tocar, além de outros dispositivos de jogo.

 

Categoria Especial (*5) – “BOB ESPONJA, O MUSICAL”: Este espetáculo serviu de motivo para atribuir uma “Categoria Especial” à “Touché Entretenimento”, na figura de Renata Borges Pimenta, sua sócia-fundadora, em 2007. Renata e a “Touché”, nos últimos anos, se especializaram em, de forma muito corajosa e competente, trazer ao Brasil produções de grandes musicais da Broadway, como “Cinderella (de Rogers & Hammerstein)”, “Peter Pan” e “Como Eliminar Seu Chefe”, além de “Bob Esponja, O Musical”, e outras.

Atualmente, produz o musical “Beetlejuice – O Musical”, que acaba de encerrar temporada no Rio de Janeiro, onde estreou, já com temporada agendada para São Paulo, no Teatro Liberdade, a partir de 22 de fevereiro do próximo ano. E já começa a anunciar suas próximas produções, para 2024.

 

Categoria Especial (*6) – “AS BRUXAS DE SALEM” (São Paulo): Este excelente espetáculo motivou a inclusão do “Espaço dos Satyros” nesta categoria, muito merecedor de uma homenagem por tudo o que representa para a cultura de São Paulo e do Brasil, por extensão.
O Grupo “Os Satyros” existe há 34 anos, fundado, em 1889, por Ivam Cabral e Rodolfo García Vásquez, com a montagem do espetáculo “Sades ou Noites com os Professores Imorais”, uma adaptação de textos do Marquês de Sade, encenação polêmica que escandalizou muita gente, à época.
De lá para cá, uma ótima montagem deles sempre precede outra que parece ser melhor ainda que a anterior.
Em quase todas as vezes que visito São Paulo, mormente nos últimos anos, procuro fazer uma visita àquele aconchegante e icônico Espaço da Praça Roosevelt.

 

Categoria Especial (*7) – “QUANDO O DISCURSO AUTORIZA A BARBÁRIE” (São Paulo): O destaque é para a “Companhia de Teatro Heliópolis”, surgida no ano 2000, na favela do mesmo nome, em São Paulo, reunindo jovens da comunidade, sob a direção de Miguel Rocha e o apoio da UNAS (União de Núcleos e Associações de Moradores de Heliópolis e Região), com o objetivo de montar o espetáculo “A Queda para o Alto”. De lá para cá, não pararam mais de crescer, em qualidade.
Os processos de criação dos espetáculos da companhia sempre resultam de criação coletiva, com base em histórias de moradores de Heliópolis, relacionadas ao tema-condutor e nas experiências e improvisações dos atores.
Além do espetáculo que gerou esta nomeação, conheci outro deles, no “31º Festival de Curitiba”, uma vez que não consegui assistir ao premiadíssimo “Cárcere ou Porque as Mulheres Viram Búfalas”, em duas vez em que estive na capital paulista, uma vez que os ingressos sempre estavam esgotados; lindos e impactantes os dois.

 

Categoria Especial (*8) – “FUNNY GIRL – A GAROTA GENIAL” (São Paulo): A Categoria Especial, neste caso, vai para Gustavo Barchilon, diretor deste espetáculo. E a distinção fica por conta do fato de eu nunca ter registrado um diretor de musicais de tão altíssimo talento, capaz de emplacar quatro grandes sucessos, de público e de crítica, seguidos, num período tão curto de tempo, pouco mais de um ano, espetáculos super premiados: “Barnum – O Rei do Show” (2022), “Bob Esponja” (2023), “Alguma Coisa Podre” (2023) e “Funny Girl – A Garota Genial” (2023). E, de quebra, ainda houve outro trabalho de direção, nesse meio tempo, não musical, “Ponto a Ponto – 4000 Milhas” (2022).
Gustavo sempre soube que a arte faria parte de sua vida profissional. Aos cinco anos, o carioca insistiu para que a mãe o matriculasse em um curso de TEATRO. A atividade passou, então, a fazer parte do seu cotidiano e não só dos sonhos. Formou-se em Artes Cênicas, como ator, trabalhou como assistente de direção, fez parte do “Cirque du Soleil”, como produtor, e, em 2019, mudou-se para Londres, a fim de trabalhar como diretor de palco do musical “Magic Mike”, que esteve em cartaz no West End.

 

Categoria Especial (*9) – ELIS, A MUSICAL – 10 ANOS DEPOIS”: O grande fenômeno de TEATRO MUSICAL de 2013 foi, sem a menor sombra de dúvida, o espetáculo “Elis, A Musical”, produzido pela “Aventura Entretenimento”, um produtora nacional, especializada em musicais.
Neste ano, a “Aventura”, de Aniela Jordan e Luiz Calainho, completa 15 anos de existência e registrou o feito junto com outra comemoração, os 10 anos da primeira montagem de “Elis, A Musical”, com uma nova roupagem, asseguro que melhor ainda do que a anterior, que já era excelente, e que levou multidões aos teatros por onde passou, pelo Brasil.
É para a “Aventura”, pelo que ela representa, para o nicho TEATRO MUSICAL BRASILEIRO, que vai esta distinção de Categoria Especial.

 

Categoria Especial (*10) – “CABARÉ CORAGEM”: O “Grupo Galpão”, a última Categoria Especial listada em 2023, atualmente encenando o espetáculo “Cabaré Coragem”, sua 26ª produção, é uma das companhias mais importantes do cenário teatral brasileiro, cuja origem está ligada à tradição do TEATRO popular e de rua.
Criado em 1982, o grupo desenvolve um TEATRO que alia rigor, pesquisa, busca de linguagem, com montagem de peças que possuem grande poder de comunicação com o público.
Sediado na cidade de Belo Horizonte (Minas Gerais), é um dos grupos brasileiros que mais viaja, não só pelo país como também pelo exterior, já tendo percorrido o território brasileiro de norte a sul e participado de vários festivais em países da América Latina, América do Norte e Europa.
Formado por 12 atores o Galpão criou um TEATRO que dialoga com o popular e o erudito, a tradição e a contemporaneidade, o TEATRO de rua e de palco, o universal e o regional brasileiro.

Espero, sempre, com muita ansiedade, por uma visita deles ao Rio de Janeiro.

 

VAMOS AO TEATRO!

OCUPEMOS TODAS AS SALAS DE ESPETÁCULO DO BRASIL!

A ARTE EDUCA E CONSTRÓI, SEMPRE; E SALVA.

RESISTAMOS SEMPRE MAIS!

COMPARTILHEM ESTE TEXTO, PARA QUE, JUNTOS, POSSAMOS DIVULGAR O QUE ACONTECEU DE MELHOR NO TEATRO BRASILEIRO, NO ANO DE 2023!

 

Fonte: O Teatro Me Representa

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