JACÓ E O ANJO

A luta de "Jacó e o Anjo", obra do francês Alexander Louis Leloir, 1865

De: João Silvério Trevisan < jstrevisan@XXX.com.br >
Para: Ivam Cabral < ivamcabral@XXX.com.br >
Assunto: JACÓ E O ANJO
Enviada: 30/05/2012 17:10

Querido Ivam: espero q tenha feito uma boa viagem e esteja bem aí na ilha de Fidel.

Queria lhe dizer q, no sábado passado, não consegui deixar de pensar em vc, acordando durante toda a noite. Fiquei mto abalado ao saber do seu problema com o olho. É mto estranho: eu sempre olhava pra vc com admiração, pela sua vitalidade a toda prova, ao contrário de mim, q desabo facilmente qdo sofro. Não conversamos mto a respeito, portanto não sei como vc reagiu a isso tudo e como isso o está afetando (ou não).

Mas me lembrei da minha peça HOJE É DIA DO AMOR. A luta de Jacó e o Anjo, lembra desse trecho? Jacó exigiu q o anjo o abençoasse, para deixá-lo ir embora. Então o anjo tocou o nervo da coxa de Jacó, q a partir daí ficou coxo. Foi abençoado com essa marca, para sempre. Pensei q vc foi tocado num nervo, tb. O ótico. E q isso pode conter o mesmo signo da bênção. Eu, pior de tudo, fui tocado no nervo do coração. Luto todos os dias para achar q isso é uma bênção. Mas ter o coração tão exposto não é fácil.  

Gostaria de lhe dizer q meu afeto por vc continua imenso.  Sua vitalidade é necessária para quem está ao seu redor.

Q vc seja abençoado de todas as maneiras, todos os dias.

Beijo,

João Silvério Trevisan

2 comentários “JACÓ E O ANJO

  1. Encantada com o modo hábil e afetuoso que o João utilizou a alegoria, para dar a volta e nos mostrar um outro jeito de perceber.

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