Hoje retomamos os trabalhos aqui, na SP Escola de Teatro. A gente volta com a sensação de que algo já estava em movimento, como se o tempo tivesse seguido, trabalhando mesmo durante a pausa. Vivemos um de nossos melhores momentos. Há no ar uma vibração de descoberta, um aprendizado que não se acomoda, um crescimento que não pede licença. Simplesmente acontece. E há, também, muitas coisas bonitas para anunciar nos próximos dias.
Nunca nossa escola viveu dias de tanto aprendizado e expansão. É como se cada corredor tivesse aprendido a escutar melhor, cada sala tivesse aprendido a respirar junto, cada encontro tivesse entendido que ensinar e aprender são verbos que só fazem sentido no plural. Chegamos ao futuro não por pressa, mas por trabalho contínuo. Não por atalhos, mas por consistência.
O obrigado maior vai para Marilia Marton, nossa secretária de Estado da Cultura, Economia e da Indústria Criativas do Estado de São Paulo. Tem sido um tempo bonito este em que Marilia está à frente da secretaria. Um tempo de diálogo, de escuta real, de compreensão profunda do que a cultura pode – e deve – ser. Eu já conhecia Marilia antes deste momento. Na verdade, nos conhecemos há vinte e cinco anos. Ela esteve à frente de todo o projeto de implantação da Escola quando foi assessora de gabinete na gestão de Andrea Matarazzo, lá no final dos anos 2000, quando tudo começava. Mas sobre isso a gente volta a falar nos próximos dias. As histórias pedem o tempo certo para serem contadas.
Por ora, é tempo de muito mais trabalho. E isso, longe de nos cansar, nos anima. Coisas incríveis vêm acontecendo. Há projetos ganhando corpo, ideias encontrando chão, sonhos sendo tratados com o rigor que eles merecem. Estamos otimistas. Não por ingenuidade, mas por evidência.
Afinal, chegamos ao futuro. E 2026 será um ano incrível. Viva o teatro, lugar de resistência sempre.
