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Publicado em outubro 10th, 2014 | por qubedesign

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O ano do “quem diria?”

* por Ivam Cabral, especial para o portal da SP Escola de Teatro

Ainda temos muito chão pela frente até o fim do ano, mas hoje, dia 10 de outubro, posso dizer que 2014 foi um dos anos em que mais pude realizar pequenos – mas valiosíssimos – sonhos. Resumindo de forma descontraída, poderia dizer que esse está sendo o ano do “quem diria?”.

Quem diria, por exemplo, que eu escreveria um livro… infantil? Pois é. “Chico queria ser feliz”, com ilustrações de Marcelo Maffei, acaba de ser editado pela coleção “Caderninhos de educação ambiental”, da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo e será distribuído gratuitamente na rede pública de ensino do Estado.

Quem diria que, apesar de minhas breves incursões pelo mundo da música, eu seria convidado para dividir os vocais em uma canção, no disco de Luiz Pinheiro, um cara que esteve no início da carreira da Cássia Eller? O álbum “3,1415″, em que participo como convidado da faixa “O artista”, vejam que honra: dedicada a mim por seu autor, traz, ainda, a participação de outro monstro da MPB, Jorge Mautner. Dá pra acreditar?

Quem diria que eu escreveria um roteiro de um filme pra Suécia? “The gift”, uma coprodução entre Brasil, Suécia e Polônia, veio como uma provocação e em breve já deve iniciar sua produção.

Quem diria que eu, ao lado de uma equipe incrível, mergulharia de cabeça no universo acadêmico e criaria um curso de pós-graduação (e sobre isso a gente fala demoradamente depois, vocês ficarão passados)?

Ainda, dentre um zilhão de outras maluquices, 2014 também me faria compor. Sim, ao lado de Marcello Amalfi, criei o tema musical do longa “Hipóteses para o amor e a verdade”, que, a propósito, está na programação da 38ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Não. Nem em meus sonhos mais absurdos tudo isso era esperado…

Paralelamente a tudo isso, dou continuidade ao meu trabalho como diretor da SP Escola de Teatro, que neste ano também teve de tudo um pouco: teatro (muito), dança, música, performance e até circo, com uma gama de projetos tão bacanas que é até difícil de explicar.

Também comemoro neste ano o 25º aniversário da minha companhia, Os Satyros, que recebeu toda sorte de homenagem e chegou a ser considerada patrimônio imaterial do município. É muita coisa para o meu pequeno coraçãozinho…

E minha maratona diária assim segue. Hoje, mesmo, por exemplo: encerradas minhas atividades aqui na Escola, à noite, sigo para o Espaço dos Satyros Um, para dar vida a Ruy (e Sarah), em “Pessoas perfeitas”, espetáculo que vem agradando o público e crescendo cada vez mais dentro de mim.

Toda minha gratidão a você, 2014.


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