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Publicado em fevereiro 16th, 2014 | por Ivam Cabral

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“Frevox” é, de partida, obra rara

Não, ele não é apenas mais um Péricles, como afirma na canção “Entre muitos outros”, que abre seu novo disco, “Frevox”. Ele é Péricles Cavalcanti, um dos caras mais incríveis da música brasileira. E esse seu “Frevox” é, de partida, obra rara.

Num ambiente inóspito, esse em que a música vive atualmente, reinventar sons e propor novas possibilidades não tem sido tarefa fácil. Péricles tem conseguido com maestria. Nos anos 70, com Gilberto Gil na trilha do poderoso “Copacabana mon amour”, de Rogério Sganzerla, ou nos trabalhos que desenvolveu com Adriana Calcanhoto e Cássia Eller, a partir dos anos 90. No teatro, o compositor trabalhou para o Asdrúbal Trouxe o Trombone, Teatro Oficina e, também, para Os Satyros. Já disse, sou um cara sortudo!

“Frevox” é para se ouvir num fôlego só. Impossível – e juro que tentei – elencar aqui as faixas que mais me chamaram a atenção. Acontece que o disco todo é uma surpresa só. Mas, para um cara do teatro, impossível não ficar na cabeça com a faixa que dá nome ao disco, “Frevox”, principalmente com o trecho “Dionísio, deus do vinho e do prazer”: “Faça sol ou chuva eu fico teso / Atravesso o fogo e saio ileso…”


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